Iphone 13

Apple contrata nova fornecedora para fabricar iPhone 13

A Apple é conhecida por seus iPhones, smartphones modernos, com sistema operacional próprio, o iOS. Em 2007, quando criou o primeiro iPhone, a marca foi na contramão das demais líderes de mercado. Foi a tecnologia multitouch, que mudou a forma de interação com os telefones móveis e deu início aos aparelhos inteligentes que conhecemos atualmente.

Desde o iPhone de primeira geração, muitas coisas mudaram, para serem acrescentadas nos modelos mais recentes. Assim, todos os anos, a Apple se prepara para entregar novos lançamentos, com aparelhos que superem o que já foi apresentado anteriormente.

A ideia principal é entender quais são as necessidades de seus consumidores, o que eles mais desejam em seus smartphones. Depois, o que for considerado uma inovação que bata a concorrência é colocado em prática. Hoje, a Samsung, com a linha S, é uma concorrente de peso, com o Android como software.

Para dar conta da produção, a Maçã trabalha com fornecedores na China e na Índia, que tinham como principal objetivo entregar os telefones até a data de lançamento divulgada. Na verdade, as empresas não desenvolvem apenas o aparelho mais recente, mas algumas versões anteriores e outros itens da Apple.

Em 2021, a marca surpreendeu ao anunciar a contratação da nova fornecedora, Luxshare Precision Industry, para a entrega do lançamento, iPhone 13. É normal que a empresa faça outras parcerias, porém, o hábito é deixar os novatos com a produção dos modelos mais antigos.

Divisão entre três fornecedores

Com a entrada da Luxshare na cadeia de produção, a Apple passou a contar com três fornecedores para os iPhones. A empresa não é nova no trabalho com a Maçã, mas, pela primeira vez, recebeu a responsabilidade de desenvolver os iPhones (lançamento e versões antigas).

A divisão ficou em 3%, do total de aparelhos entregues, para a novata produzir e os 97% restantes divididos entre a Foxconn e a Pegatron. Estas já atuavam no fornecimento dos iPhones e continuam com a maior parcela deles, pois, já provaram para a Apple que têm capacidade produtiva para cumprir o prazo do lançamento.

A adoção do terceiro fornecedor foi justificada pela crise do hardware, que afeta não apenas os celulares, como também os computadores e notebooks. Antes da pandemia já havia menos produtores dos dispositivos em comparação com a demanda, e era prevista a falta dos produtos. Após o covid-19, muitas fábricas fecharam ou diminuíram seu ritmo de produção, o que prejudicou muitas empresas, inclusive a Apple.

Apesar disso, para Tim Cook, CEO da Apple, a marca não terá tantos problemas quanto a escassez dos chips. Ele citou que “a Apple desenvolveu projetos de chips mais avançados, por isso opera em uma indústria onde há menos concorrência em relação ao fornecimento de determinados componentes.”

De qualquer forma, a marca não quer correr riscos e deseja atender os desejos dos seus consumidores. Para evitar atrasos na entrega do novo iPhone 13, a solução pensada foi incluir o terceiro fornecedor. A princípio, a Luxshare assumiu apenas 3% dos smartphones Pro, mas o número pode crescer, tudo depende de como correrá a parceria.

A companhia já trabalhava com a Apple anteriormente, na entrega dos Apple Watch e AirPods. Agora, assume a responsabilidade de produzir o novo modelo do iPhone, o que fortaleceu ainda mais os laços entre as duas empresas. Além disso, a Maçã também incumbiu a Luxshare de desenvolver versões anteriores do iPhone, como o modelo 12 e suas variações.

Como a Foxconn está agindo

A Foxconn, uma das antigas parceiras da marca para os iPhones, ainda será responsável por um grande volume de aparelhos. Se considerarmos uma divisão igualitária dos 97% restantes entre a Foxconn e a Pegatron, a empresa ainda será responsável por 48,5% dos celulares que chegam às lojas. Para isso, já se prepara para atender a demanda.

No final de agosto, a empresa anunciou a contratação de 200 mil funcionários extras, que irão atuar em Zhengzhou, na China. A meta é ter os novos contratados até o final de setembro, para, em seguida, dar início a produção dos smartphones.

A fábrica consegue acomodar até 350 mil pessoas e terá capacidade de entregar até 500 mil iPhones por dia. A ideia é produzir o máximo possível, já que a Apple prevê um aumento do interesse de compra para o final do ano, data de lançamento do aparelho.

Vale comentar que, assim como as outras duas empresas parceiras, a Foxconn irá trabalhar tanto com o iPhone 13, quanto suas versões anteriores.

O que levou a busca por mais um fornecedor

Dois fatores pesaram na escolha da Apple de contratar um novo fornecedor. Na verdade, como você leu acima, não é ninguém desconhecido, mas uma empresa que já trabalhava com outros produtos da marca.

O primeiro fator considerado foi a menor disponibilidade de chips de hardware. Os dispositivos são parte importante dos aparelhos e com três fornecedores há menor chance de atrasos na produção. Também é uma forma de manter o preço em uma média de mercado, sem uma elevação brusca.

A segunda questão está relacionada ao lançamento. O plano original é entregar os aparelhos aos consumidores até o final do ano, nas datas festivas (Natal e Ano Novo). Por mais que a pré-venda já esteja aberta, em dezembro é certeza que haverá maior interesse pelo iPhone 13.

O que o iPhone 13 trouxe de novo

A Apple fez questão de contar quais eram as novidades de seu novo smartphone. Antes mesmo do lançamento, os consumidores já sabiam o que esperar e ansiavam por ter o aparelho em mãos.

O que foi divulgado incluía: câmeras aprimoradas, com nova disposição na parte traseira, em diagonal; mudanças no notch, com a câmera frontal deslocada para o lado esquerdo; mais memória interna e design relativamente parecido com a versão anterior.

Com o lançamento oficial todas as especulações se confirmaram. A disposição das câmeras no Iphone 13 e na versão mini, já o modelo Pro conta com câmeras maiores e bloco de vidro saltado.

O espaço interno já é um pré-requisito, afinal, novos aplicativos surgem o tempo todo e o objetivo é manter tudo em um único aparelho. Os modelos Pro e Max, são os mais modernos e completos, em comparação com outras versões da mesma linha, chegando a oferecer até 1 TB.

Outro destaque ficou com o hardware dos aparelhos, que estreiam o A15 Bionic. Se trata de um processador quad-core (Iphone mini e 13) ou penta-core (Iphone Pro ou Max), porém com mais velocidade e melhor desempenho.

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A tendência é de surgirem aparelhos mais modernos todos os anos. A Apple valoriza a qualidade e satisfação de seus clientes, buscando aprimorar os smartphones.

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